A rota dos vinhos de Beaujolais

  •  Chapelle de la Madone - vignoble du Beaujolais.

    Chapelle de la Madone - vignoble du Beaujolais.

    © Atout France/Olivier Roux

A rota dos vinhos de Beaujolais BEAUJOLAIS fr

Já existia há bastante tempo, mas acaba de ser renovada e alargada em um terço com mais de duzentas placas no território de um dos “crus” (vinhos de região demarcada) mais célebres do mundo, o Beaujolais. Permite utilizar “in situ” a nova edição do Guia do Enoturismo que acaba de ser lançada.

A rota estende-se por cento e quarenta quilómetros, entre Chânes no sul da Borgonha e Limonest mesmo às portas de Lyon e atravessa trinta e seis municípios onde se produzem os crus de Beaujolais, os Beaujolais Villages e os Beaujolais simplesmente.

A nova edição do Guia do Enoturismo permite que os apaixonados desta região excepcional partam à descoberta de paisagens amplas e generosas, de vinhos de renome e daqueles que os produzem.

A maioria das casas de hóspedes de Beaujolais está instalada em domínios vinícolas. São então os viticultores que acolhem os turistas sendo os seus guias.

As provas são, regra geral, gratuitas e existem até estadias graças às quais se aprende o trabalho da vinha e do vinho.

Noventa e quatro caves tinham preenchido os setenta e três critérios da Carta em 2009. Na nova edição são cento e trinta e sete.

Guiados por GPS (é quase único em França), os apreciadores de Beaujolais beneficiam de três etapas sonoras para começar.

Entre Saint Amour, Romanèche-Thorins, Beaujeu e Brouilly; nas montanhas do Beaujolais verde onde se descobre quase todos os dias um vasto ponto de vista sobre os Alpes, a partir de cada vale; em aldeias construídas em pedras douradas e sobretudo a pequena cidade medieval de Oingt, classificada entre as Mais Belas Aldeias de França e famosa pelo seu festival de Música Mecânica no primeiro fim-de-semana de Setembro e pelos seus famosos presépios (uma centena) no período do Natal. Terá em breve oito etapas comentadas e cerca de sessenta no final.