Exposição "A Lua. De uma Viagem Real às Jornadas Imaginárias"

O astro de 3 faces

A exposição segue três "emoções" ou “faces” da lua. Em sua primeira interpretação, a lua é retratada de forma carinhosa onde ela protege e inspira o homem sonhador que se apaixona, dorme, ora ou medita – como podemos ver no quadro de Girodet, onde Endymion, adormecido, é visitado por Diana na forma de um raio luminoso que o acaricia com sua luz.

Em uma segunda interpretação, a lua se torna “mutável”, versátil. Suas mutações pontuam o tempo dos homens, que organizam seus calendários. Crenças populares dão origem à relação entre a lua e o humor das mulheres, descrita como "lunática" ... Seus ritmos se tornam fenômenos ópticos que inspiram muitos artistas do século XX.

Finalmente, em sua terceira interpretação, a Lua se torna um símbolo tenebroso, boêmio, melancólico ou da loucura. Através de uma faceta perturbadora, a Lua retrata uma figura negra ou demoníaca, onde expressa fantasias e medos.