Compreender. Analisar. Reconstituir. Transmitir. Aqui, somos guiados por historiadores. Inaugurado em 2016, este museu totalmente repensado conta-nos como foi a maior batalha da Grande Guerra, vista dos dois lados da no man's land.
Perante estes vales verdejantes, quase se esquece da violência que os assolou. Se olhar com atenção, a terra que está a pisar possui ainda, 100 anos depois, os estigmas dos combates.
Das cruzes brancas alinhadas às pedras gravadas do claustro, dentro ou fora, a simetria aqui é impressionante. Um momento de silêncio e de recolhimento, para desfrutar à saída deste ar sereno.
Dois sulcos estreitos, de um lado e do outro. Dois campos frente a frente. Um século depois, as árvores cresceram à volta. Esta zona hostil transformou-se numa floresta coberta de musgo e, a sua viagem, num passeio bucólico.
Edificada com pedra branca, a capela de Nauroy relembra sobriamente que, aqui, uma aldeia inteira foi riscada do mapa e jamais reconstruída. Não muito longe, também pode visitar a capela russa de Saint-Hilaire-le-Grand e subir as escadas do Blanc-Mont, o memorial americano.
Esta clareira foi escolhida, em plena floresta de Compiègne, pela sua tranquilidade e isolamento. A sua viagem termina aqui, onde foi assinado o armistício entre a França, os seus aliados e a Alemanha, a 11 de novembro de 1918.
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