Nesta 10ª edição, foram convidados diversos artistas a Versalhes. Organizado pelo Palais de Tokyo, poderá apreciar um percurso inédito pelos bosques, "da glória do outono à mineralização resplandecente do inverno". Estão presentes, entre outros, Sheila Hicks, Jean-Marie Appriou, Oliver Beers e Rick Owens.
O artista dinamarco-islandês apropriou-se de Versalhes e dos seus jardins com modéstia, com um conjunto de seis instalações sobre a água, o ambiente e a perceção de si. Uma dança ótica iluminada.
Dos jardins do castelo de Versalhes à sala Jeu de Paume, as seis instalações impressionantes do artista indiano Anish Kapoor formaram um percurso chocante, tal como a imagem do seu Dirty Corner, símbolo da "vagina da rainha ao tomar o poder"…
O pintor e escultor coreano, mestre do minimalismo, apreendeu Versalhes com toda a subtileza. Com um trabalho habilidoso e económico, teorizou o vazio através de obras de pedra, principalmente, que se integram em silêncio na paisagem. Um conceção onírica glamorosa.
Mestre da arte pobre, o artista italiano Giuseppe Penone interrogou a relação do homem com a natureza ao compor os jardins de Le Nôtre com as suas esculturas de árvores de madeira, rocha e bronze.
Primeira mulher convidada para o castelo, a famosa artista portuguesa Joana Vasconcelos instalou as suas obras extravagantes e alegres na Galeria dos Espelhos, celebrando a audácia, a experimentação e a liberdade.
O artista Bernar Venet, natural de Nice e fundador da arte concetual, expôs nos domínios de Versalhes e de Marly sete obras monumentais, arcos imponentes de aço castanho, realizadas para este evento.
Com um grande sentido de humor e imaginação, o artista japonês Takashi Murakami criou uma combinação da história com o presente, da estética manga com a cultura pop, no "país das maravilhas de Versalhes".
O artista plástico Xavier Veilhan venceu o desafio de se integrar na arquitetura de Versalhes, dialogando habilmente com ela, através das suas esculturas impressionantes em 3D.
O artista americano confrontou-se com a decoração barroca dos apartamentos reais, com exuberância e um mau gosto assumido. O alegre delírio das festas de Luís XIV… perpetuado por esculturas excessivas.
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